As circunstâncias que envolvem a trágica morte do bispo católico Dom Osório Citora continuam sem um desfecho definitivo. A investigação em curso permanecerá aberta e deverá prolongar-se por mais 12 meses, dada a elevada complexidade do processo e a necessidade de aprofundar as diligências para identificar e responsabilizar integralmente os autores do crime.
Cinco detidos em prisão preventiva
O ponto da situação do processo foi tornado público pelo procurador provincial na Zambézia, Fred Jamal, no âmbito das celebrações do Dia da Legalidade naquela região do país. Segundo o magistrado, as autoridades mantêm atualmente cinco indivíduos sob a medida de coação de prisão preventiva.
Entre os indiciados sob custódia policial, três são funcionários afetos à Diocese, enquanto os outros dois indivíduos não possuem qualquer vínculo formal com a instituição religiosa.
Autoridades apelam à colaboração popular
Dada a melindrosidade e exigência das investigações, Fred Jamal dirigiu um apelo direto à população para que colabore ativamente com as autoridades judiciais e policiais. O representante do Ministério Público sublinhou a importância crucial do fornecimento de informações relevantes e da apresentação de provas que possam auxiliar no esclarecimento cabal do caso e na consequente responsabilização de todos os envolvidos.