PGR junta provas digitais de várias instituições no processo contra Venâncio Mondlane
A Procuradoria-Geral da República (PGR) incluiu no documento de acusação contra Venâncio Mondlane diversos materiais audiovisuais submetidos por diferentes instituições públicas e privadas como elementos de prova.
Segundo informação avançada pela imprensa local, o Conselho Nacional da Juventude (CNJ) disponibilizou um dispositivo contendo fotografias e vídeos associados ao caso. Da mesma forma, o Conselho Municipal de Maputo entregou um registo em vídeo no qual o visado aborda o não pagamento de impostos e taxas municipais.
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A empresa Rede Viária de Moçambique (REVIMO) é igualmente citada na acusação por ter entregue dois dispositivos digitais com gravações relativas a alegações de não pagamento de portagens e vandalização de infra-estruturas públicas. Por seu turno, a Polícia da República de Moçambique (PRM) juntou ao processo um dispositivo contendo documentação.
O documento da PGR arrola ainda como testemunhas diversas individualidades e entidades, designadamente Albino Forquilha, Duclésio Chico, o Comando-Geral da PRM, o Fundo de Estradas e a REVIMO. A validade e o peso legal de todos os elementos apresentados serão submetidos à apreciação e validação das instâncias judiciais competentes.
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