Benvinda Levi apela ao sector privado para converter acordos da FACIM em investimentos reais
A Primeira-ministra de Moçambique, Benvinda Levi, desafiou o sector privado e as instituições de promoção de negócios a transformarem as intenções de investimento manifestadas durante a 51.ª edição da Feira Internacional de Maputo (FACIM) em projectos concretos de industrialização e criação de postos de trabalho.
No discurso de encerramento do certame, que decorreu sob o lema “Transformação Digital e Energética rumo a uma economia sustentável e industrializada”, a governante sublinhou a necessidade de dar seguimento aos acordos firmados, de modo a que estes se convertam em fábricas, unidades de processamento agrícola e empreendimentos tecnológicos.
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Segundo a governante, a agregação de valor às matérias-primas nacionais e o fortalecimento do agronegócio são prioridades estratégicas para reduzir a dependência das exportações não transformadas e assegurar a segurança alimentar no país.
Benvinda Levi deu igualmente destaque ao papel das micro, pequenas e médias empresas, considerando-as o pilar da estrutura empresarial moçambicana. Apelou a entidades como a Confederação das Associações Económicas de Moçambique (CTA) e a Agência para a Promoção de Investimentos e Exportações (APIEX) para que acompanhem de perto a execução dos acordos iniciados na mostra comercial.
Por fim, a Primeira-ministra reiterou o compromisso do Executivo em continuar a melhorar o ambiente de negócios no país, através da redução da burocracia, aceleração do processo de digitalização e facilitação do acesso aos mercados regionais e internacionais.
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