Centenas de pessoas marcharam pelas ruas da cidade de Durban, na África do Sul, para exigir das autoridades a adopção de medidas mais rigorosas contra a imigração irregular no país. O protesto foi organizado pelo movimento designado “March and March”.
A organização tinha fixado o dia 30 de Setembro como um prazo não oficial para que os cidadãos estrangeiros sem documentação abandonassem o território sul-africano. No entanto, este limite estipulado pelo grupo não teve qualquer reconhecimento ou respaldo oficial por parte das autoridades governamentais.
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Para além das questões ligadas à migração, os manifestantes aproveitaram a mobilização para denunciar o aumento dos casos de violência baseada no género e feminicídios no país. As reivindicações surgem na sequência do recente assassinato de várias mulheres na região de Ekurhuleni, facto que tem gerado profunda indignação social.




