Sábado, 15 de Agosto de 2026 | Maputo, Moçambique
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Ministério Público iliba gestores da LAM na compra de aeronaves

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Economia
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O Ministério Público concluiu que não existem elementos suficientes para responsabilizar criminalmente os gestores das Linhas Aéreas de Moçambique. A investigação incidiu sobre o processo de aquisição de três aeronaves pela companhia estatal.

De acordo com despachos recentes do Gabinete Central de Combate à Corrupção, as autoridades analisaram minuciosamente as alegadas irregularidades. Contudo, os investigadores determinaram que as suspeitas não sustentam uma acusação formal de natureza criminal.

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Ausência de provas criminais

Anteriormente, uma auditoria interna identificou falhas nos procedimentos adotados pela empresa durante a compra das aeronaves. Além disso, o relatório apontou insuficiências administrativas no processo operacional.

No entanto, a Procuradoria esclarece que estas falhas não vieram acompanhadas de provas concretas de crime. Por conseguinte, os magistrados decidiram afastar a responsabilidade criminal dos gestores envolvidos na operação.

Recomendações para o futuro

Apesar do arquivamento das suspeitas penais, o órgão investigativo emitiu orientações claras para a empresa de aviação. A instituição recomenda o reforço urgente dos mecanismos de controlo interno.

Igualmente, a direção da operadora deve aprimorar as práticas de governação corporativa. O objetivo principal reside em prevenir falhas futuras. Além disso, busca assegurar total transparência na gestão da transportadora aérea nacional.

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