Polícia

CDD saúda revogação de nomeação no Banco de Moçambique e exige transparência

PUBLICADO A 02 DE SET, 2026 | POR CHIPINDO
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O Centro para Democracia e Direitos Humanos (CDD) saudou a decisão do Presidente da República, Daniel Chapo, de revogar a nomeação de Waldemar Fernando de Sousa para o cargo de Governador do Banco de Moçambique. Contudo, a organização exige maior transparência e rigor nos processos de selecção e nomeação para cargos públicos.

Em comunicado emitido no dia 1 de Setembro, o CDD considerou acertado o recuo presidencial, mas questionou a explicação de que a decisão tenha resultado de “questões supervenientes”. A organização defende que as razões da nomeação e posterior revogação devem ser claramente explicadas à sociedade.

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A entidade entende que o processo deve servir para reforçar os mecanismos de avaliação preventiva dos candidatos antes da tomada de decisão, sobretudo em funções de elevada responsabilidade no Estado. O CDD defendeu que critérios como competência, experiência, integridade e idoneidade devem ser previamente verificados, evitando que o escrutínio ocorra apenas após o surgimento de controvérsias públicas.

Após a anulação da nomeação de Waldemar Fernando de Sousa, Felisberto Dinis Navalha foi indicado para assumir a liderança do Banco de Moçambique, tendo tomado posse na quarta-feira, 2 de Setembro, como novo Governador, encerrando assim o impasse gerado pela polémica anterior.

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