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Destroços de avião desaparecido há 74 anos são encontrados no oceano

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Uma equipa de investigadores localizou no mar os destroços do avião Clipper Endeavor. A aeronave estava desaparecida há 74 anos. O acidente ocorreu em 1952 e causou a morte de 52 pessoas.

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O voo partiu de Porto Rico com destino a Nova Iorque. Contudo, os motores perderam potência logo após a descolagem. O piloto realizou uma aterragem de emergência no oceano.

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Ao todo, 69 pessoas estavam a bordo do aparelho. Todos sobreviveram ao impacto inicial na água. No entanto, a falta de coletes salva-vidas acessíveis e a falha nos botes insufláveis causaram o afundamento rápido da aeronave.

Localização dos destroços no oceano

A descoberta da fuselagem e da cauda ocorreu no mês de Abril. A equipa utilizou um moderno drone submarino na operação. Os restos do avião estavam localizados a 600 metros de profundidade.

A localização exacta foi confirmada assim que o equipamento regressou à superfície. Os especialistas analisaram as imagens recolhidas imediatamente. A varredura bem-sucedida cobriu uma área de busca de 34 quilómetros quadrados.

Impacto histórico na segurança da aviação

A tragédia impulsionou mudanças profundas nas normas de segurança aérea internacional. Além disso, o acidente motivou a criação do briefing obrigatório de segurança antes de cada voo.

Relatos de peritos indicam que o caso serviu como catalisador para novos equipamentos. Como resultado, o sector adotou coletes e sistemas de flutuação mais eficientes. A indústria de aviação comercial mudou radicalmente após este evento.

Investigação e tecnologia de ponta

A busca mais recente começou a ganhar força em 2019. Na ocasião, uma etiqueta de bagagem surgiu na costa do estado americano da Flórida. A partir daí, os investigadores cruzaram dados de arquivos históricos, relatórios militares e registos oficiais.

Pilotos que testemunharam a queda na época desenharam mapas do local. Esses registos antigos indicaram a zona provável do sinistro. Consequentemente, a equipa conseguiu definir o ponto exacto para a exploração submarina.

Atualmente, os investigadores trabalham com as autoridades locais para proteger o sítio do acidente. Além disso, a equipa estabeleceu contacto com familiares das vítimas e com os únicos sobreviventes conhecidos.

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