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Angola: Confiança no sector bancário deve impulsionar investimento produtivo

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Economia
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O sector bancário angolano precisa de transformar a recuperação da confiança externa em investimentos concretos na economia nacional. O secretário de Estado das Finanças e Tesouro de Angola defendeu esta posição durante um evento financeiro recente.

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Segundo o governante, o verdadeiro sucesso do sistema financeiro não se mede apenas pelo restabelecimento de parcerias internacionais. O principal indicador de progresso reside na criação de empresas competitivas e na geração de empregos qualificados para os cidadãos.

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O Regresso dos Bancos Correspondentes

Recentemente, duas grandes instituições financeiras globais retomaram as operações directas com bancos em Angola. Estas instituições de prestígio internacional são o JPMorgan e o Deutsche Bank.

Tais parcerias permitem que as instituições nacionais realizem transacções em moedas estrangeiras sem a necessidade de intermediários complexos. Esta mudança representa um avanço significativo após anos de isolamento financeiro.

Anteriormente, o país enfrentava sérias restrições no acesso aos mercados internacionais. Esse cenário prejudicava gravemente o desenvolvimento das empresas locais e o investimento estrangeiro.

Reformas Estruturais e Desafios de Conformidade

De acordo com fontes governamentais, a retoma destas relações resulta de um esforço contínuo de reformas regulatórias. O executivo angolano implementou medidas rigorosas para combater o branqueamento de capitais e o financiamento ao terrorismo.

Além disso, o reforço da supervisão e a estabilidade macroeconómica ajudaram a recuperar a credibilidade externa. Contudo, o país continua sob a observação atenta de reguladores globais.

Durante os debates, especialistas lembraram que Angola ainda enfrenta o escrutínio do Grupo de Acção Financeira Internacional (GAFI). Portanto, a banca nacional deve manter o rigor nos padrões de conformidade para consolidar a sua integração económica global.

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