A Associação Nacional dos Professores de Moçambique (ANAPRO) defendeu que a recente substituição de Samaria Tovela por Edson Macuácua na liderança do Ministério da Educação e Cultura é insuficiente para resolver as fragilidades estruturais que penalizam o sistema de ensino no país.
A organização sublinha que a simples troca de quadros políticos não produzirá efeitos práticos sem uma mudança de rumo e reformas profundas. A ANAPRO exige a adopção urgente de medidas concretas, destacando o incremento do investimento público na educação, a melhoria das condições de trabalho para os docentes e a regularização do pagamento das dívidas acumuladas referentes às horas extraordinárias.
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Embora reconheça a nova titularidade da pasta, a associação expressou reservas sobre a nomeação de Edson Macuácua, salientando que a eficácia da nova governação será medida pela capacidade real de executar reformas e de promover a valorização dos profissionais de educação em Moçambique.
