Sábado, 15 de Agosto de 2026 | Maputo, Moçambique
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África Indústrias Desmente Importações Fictícias e Aponta Perseguição Comercial em Nacala

Imagem: DR | Denúncias via WhatsApp: 821701000 / 871701000
Economia
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A gerência da empresa África Indústrias repudiou categoricamente as acusações sobre supostas importações fictícias. A firma atua na Zona Económica Especial de Nacala, na província de Nampula. Através de um comunicado emitido no dia 10 de Agosto, a direção esclareceu a legalidade de todas as suas operações comerciais.

Além disso, a administração considera as recentes denúncias como uma campanha difamatória coordenada. Desde o início das atividades em 2025, a fábrica enfrentou treze inspecções fiscais e auditorias. Contudo, entidades como a Autoridade Tributária e Alfândegas nunca encontraram qualquer infração ou prova de crime.

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Fim do monopólio e redução de preços

A empresa atribui esta vaga de ataques ao impacto financeiro provocado no mercado local. Anteriormente, um pequeno grupo de operadores dominava o setor do óleo alimentar há cerca de duas décadas. Consequentemente, a nova concorrência quebrou essa hegemonia comercial de longos anos.

Esta mudança gerou benefícios diretos para a população moçambicana. O preço do litro de óleo caiu de 150 meticais para cerca de 100 meticais. Portanto, os consumidores registaram uma redução significativa de um terço no custo final do produto.

Conformidade legal e ações judiciais

Exames do Laboratório Nacional de Análise de Alimentos comprovaram a qualidade do produto. O óleo bruto importado apresenta um índice de acidez de 1,8 mg KOH/g. Por essa razão, a Direcção-Geral das Alfândegas aplicou a devida isenção de IVA e a correta posição pautal.

Por outro lado, a empresa desmentiu os rumores sobre a retenção do navio Pacific Horizon. Nenhuma embarcação ao serviço da entidade sofreu apreensão pelas autoridades marítimas. Amostras seladas em triplicado atestaram a total conformidade da mercadoria transportada.

Diante desta situação, os advogados do grupo já receberam instruções para avançar com queixas-crime. Os processos visam responsabilizar os autores das denúncias e exigir indemnizações por danos reputacionais.

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