Governo exortado a incentivar a produção nacional de livros escolares
O fortalecimento da indústria gráfica nacional tornou-se uma prioridade estratégica para o desenvolvimento socioeconómico de Moçambique. A posição foi apresentada ao Presidente da República, Daniel Chapo, durante uma visita de trabalho ao pavilhão do Sector Empresarial do Estado.
Na ocasião, o Presidente do Conselho de Administração de uma proeminente empresa pública do sector gráfico, Júlio Manjate, defendeu a necessidade premente de se criarem condições institucionais e económicas para que os livros escolares sejam produzidos integralmente no país.
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Segundo a administração da empresa, as unidades gráficas nacionais possuem a capacidade técnica e operacional necessária para responder à procura de manuais escolares, além da impressão de jornais, revistas e diversificado material gráfico. A iniciativa visa não apenas garantir a auto-suficiência do país na produção de material educativo, mas também tornar o sector gráfico mais robusto e competitivo no mercado regional.
A visita do Chefe do Estado visou avaliar o potencial produtivo e as inovações das empresas moçambicanas, sublinhando a urgência de fomentar o consumo de bens locais e reduzir gradualmente a dependência em relação às importações, factor considerado determinante para a qualidade do sistema educativo nacional.
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