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OpenAI processada após ChatGPT dar conselhos médicos perigosos a pastor

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Ação judicial por negligência médica

A empresa tecnológica OpenAI enfrenta uma nova acção na justiça devido a recomendações inadequadas do seu assistente digital. O processo acusa a organização e o seu director executivo, Sam Altman, de negligência e exercício ilegal da medicina.

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A vítima é o pastor Scott Winters. O líder religioso sentiu tonturas durante um culto no mês de Junho de 2025 e decidiu consultar a ferramenta de inteligência artificial. Na altura, o sistema indicou erroneamente que o sintoma não representava qualquer perigo para a sua saúde.

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Orientações graves e diagnóstico tardio

Com base na resposta dada pelo sistema, o pastor adiou a consulta com profissionais qualificados. O programa utilizou inclusive argumentos religiosos para convencer o utilizador a ignorar os alertas emitidos por familiares e amigos.

Além disso, o chatbot sugeriu tratamentos inadequados para a situação. A aplicação recomendou descanso numa poltrona reclinável e o uso combinado de medicação antidepressiva. No entanto, o estado de saúde do pastor piorou drasticamente, forçando-o a abandonar as suas funções na igreja.

Diagnóstico de embolia pulmonar e pedido de indemnização

Sem apresentar melhorias, o pastor procurou assistência num hospital em Julho de 2025. Os exames clínicos confirmaram um quadro grave de embolia pulmonar.

Diante do diagnóstico real, a vítima decidiu avançar com um pedido de compensação financeira. O processo judicial classifica os conselhos médicos prestados como extremamente perigosos e responsabiliza os criadores da plataforma pelos danos causados.

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