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Projecto de Mphanda Nkuwa entra em nova fase de desenvolvimento

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Economia
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O Projecto Hidroeléctrico de Mphanda Nkuwa alcançou progressos marcantes nas suas vertentes técnica, financeira, ambiental e social. A informação foi confirmada durante a 21.ª Sessão Ordinária do Conselho de Ministros, realizada no dia 21 de Julho de 2026.

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A iniciativa conta com um investimento estimado entre seis e sete mil milhões de dólares norte-americanos. Além disso, o empreendimento prevê a instalação de uma central com capacidade para produzir 1.500 megawatts de energia.

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Infra-estrutura e integração energética

O plano inclui a construção de uma linha de transporte de alta tensão com 1.300 quilómetros. Esta linha vai ligar a província de Tete à capital do país, a cidade de Maputo.

Consequentemente, a obra vai fortalecer o sistema eléctrico nacional. O projecto também aumentará a fiabilidade do fornecimento de electricidade para todas as regiões.

Entretanto, os estudos de viabilidade técnica da linha de transporte já estão totalmente concluídos. Esta infra-estrutura garantirá o envio de energia para os grandes centros urbanos e permitirá expandir a exportação regional.

Estrutura financeira e impacto social

No sector financeiro, o projecto continua a atrair grandes parceiros estratégicos internacionais. Mesmo com alterações na composição do consórcio privado, o calendário oficial de execução permanece inalterado.

Por outro lado, o programa social do empreendimento já beneficia milhares de famílias. As acções alcançam os distritos de Marara, Cahora Bassa e Chiúta através da expansão da electrificação rural e apoio à saúde.

Adicionalmente, as comunidades locais recebem incentivos à agricultura e melhorias na educação. Estas medidas visam promover o desenvolvimento sustentável em toda a zona de impacto.

Prazos e retorno económico

De acordo com o planeamento oficial, a fase preparatória terminará até ao ano de 2028. Posteriormente, as obras de construção vão iniciar em 2029 e a operação comercial começará em 2034.

Durante o período de infra-estrutura, a empreitada criará entre seis mil e sete mil empregos directos. Finalmente, o Estado moçambicano prevê arrecadar cerca de 13,98 mil milhões de dólares em impostos e dividendos ao longo dos anos.

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