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Anthropic introduz marca d’água invisível para identificar textos gerados por inteligência artificial

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Tecnologia
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A empresa norte-americana Anthropic lançou uma nova tecnologia de marca d’água invisível para textos. O sistema integra-se directamente nos conteúdos gerados pelas versões recentes do seu assistente de inteligência artificial.

Consequentemente, ferramentas específicas conseguirão identificar textos processados pela plataforma. A assinatura digital insere-se directamente na estrutura de tokens do conteúdo.

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Além disso, a novidade não altera o significado, o estilo ou a qualidade do material. A marca permanece imperceptível para os leitores comuns.

Tecnologia resistente a alterações

Os metadados tradicionais costumam desaparecer ao copiar e colar um texto. Em contrapartida, a nova solução acompanha o conteúdo entre diferentes aplicações.

Além disso, o sistema resiste a edições superficiais na mensagem. A implementação responde aos compromissos do Código de Prática de Transparência da União Europeia.

Embora a regra venha da legislação europeia, a empresa aplica a medida a nível global. A mudança abrange modelos lançados a partir do dia 2 de Agosto.

Alcance e limitações da assinatura digital

A funcionalidade está presente na aplicação principal, na API para programadores e em ferramentas empresariais. Plataformas em nuvem parceiras também já contam com a protecção.

Para conteúdos visuais em PNG, JPG ou SVG, a empresa adoptou o padrão aberto C2PA. Este protocolo adiciona metadados criptográficos aos ficheiros de imagem.

No entanto, a presença da marca não confirma a criação total por tecnologia. Um utilizador pode apenas pedir correcções gramaticais e receber o identificador no texto final.

Por outro lado, alterações profundas ou paráfrases extensas podem remover o sinal invisível. Nesses casos específicos, o rasto torna-se indetectável pelas ferramentas de análise.

Modelos antigos do Claude ainda não possuem este mecanismo. Contudo, a tecnológica planeia uma actualização gradual para os utilizadores.

Em breve, surgirão orientações técnicas para terceiros verificarem as marcas em ficheiros. Esta iniciativa reforça a transparência sobre conteúdos processados por sistemas digitais.

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