Sábado, 01 de Agosto de 2026 | Maputo, Moçambique
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Jovem detida na cidade de Maputo por furtar a mãe e usar notas falsas

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Sociedade
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Desvio de fundos e notas contrafeitas

A PRM deteve uma jovem de 19 anos na cidade de Maputo. A cidadã furtou 52 mil meticais do cofre da própria mãe. O valor destinava-se aos preparativos do casamento da progenitora.

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Para esconder o crime, a indiciada tentou repor a quantia utilizando notas falsas de mil meticais. Durante o seu depoimento, a jovem confessou ter retirado o montante sem autorização. Ela alegou que emprestou o dinheiro a terceiros para obter juros.

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Segundo a suspeita, o devedor devolveu a quantia com notas falsas. Ela afirmou que não notou a contrafacção no momento da entrega. Além disso, a cidadã garantiu que já tinha realizado outros empréstimos ao mesmo indivíduo em ocasião anterior.

Versão contestada pelas autoridades

A jovem nega qualquer envolvimento na produção do dinheiro falso. De igual modo, a indiciada declarou que se dirigiu voluntariamente à esquadra para denunciar o caso. No entanto, os agentes policiais decidiram lavrar a sua detenção imediata.

Perante a imprensa, a rapariga demonstrou arrependimento pelas suas acções de agiotagem. Contudo, a polícia contesta a veracidade deste depoimento. A porta-voz da polícia na capital, Marta Pereira, confirmou a detenção e apontou diversas incongruências nos relatos.

As investigações policiais revelaram dados comprometedores no telemóvel da suspeita. Concretamente, os agentes encontraram mensagens onde a jovem tentava pedir emprestada uma impressora a cores.

Outras detenções na mesma unidade policial

Na mesma esquadra, a corporação mantém detidos outros dois cidadãos. Os indivíduos enfrentam acusações relativas ao consumo e tráfico de estupefacientes na capital.

Um dos homens afirmou ter comprado o produto ilícito no bairro da Mafalala. Por outro lado, o segundo suspeito confessou vender drogas trazidas de Eswatini.

Consequentemente, este último justificou o crime com sérias dificuldades financeiras. O homem alegou que os seus negócios faliram durante as recentes manifestações. Adicionalmente, as cheias no sul do país agravaram a sua situação económica no início do ano.

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