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Japão pune procedimentos estéticos ilegais com até três anos de prisão

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As autoridades do Japão mantêm uma fiscalização rigorosa sobre a realização de tratamentos de beleza clandestinos. Consequentemente, quem aplicar métodos invasivos sem autorização legal enfrenta penas severas de até três anos de prisão.

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A legislação nipónica penaliza de forma clara o uso de substâncias não aprovadas pelos órgãos sanitários. Além disso, a lei responsabiliza tanto os praticantes ilegais como outros intervenientes no processo.

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Riscos graves para a saúde pública

Para além das sanções judiciais, especialistas alertam para os perigos reais destas práticas clandestinas. A aplicação inadequada de produtos não certificados pode causar infecções graves e reacções adversas.

Do mesmo modo, as pessoas submetidas a estes tratamentos correm o risco de sofrer deformações permanentes no corpo. Em muitos casos, as complicações exigem intervenções médicas complexas e especializadas.

Recomendações das autoridades

Por essa razão, os órgãos de fiscalização recomendam que qualquer intervenção ocorra apenas em estabelecimentos licenciados. Além disso, o utente deve verificar a certificação dos profissionais de saúde envolvidos.

Desta forma, os cidadãos garantem o cumprimento da legislação vigente e protegem o próprio bem-estar. O combate a estes procedimentos estéticos não autorizados prossegue em todo o território japonês.

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