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Antiga guarda prisional e recluso condenados a prisão no Reino Unido

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Um tribunal no Reino Unido aplicou uma pena de três anos e quatro meses de prisão a uma antiga guarda prisional e a um recluso. Os dois mantiveram uma relação ilícita que abalou o sistema penitenciário de Northamptonshire.

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Alicia Novas tinha 18 anos na altura dos factos. Ela cumpria funções no estabelecimento prisional HMP Five Wells, localizado em Wellingborough.

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Divulgação de vídeos íntimos e contactos frequentes

A investigação apurou que o casal manteve uma relação sexual no interior da instituição. Além disso, o relacionamento tornou-se público quando o detido partilhou dois vídeos íntimos na rede social Snapchat.

A ex-funcionária aparecia nas gravações com o seu uniforme oficial de trabalho. Consequentemente, o caso ganhou grande visibilidade no país.

Segundo a juíza Rebecca Crane, a relação física começou em Novembro de 2024. No entanto, os dois registaram cerca de 3.000 contactos telefónicos. Muitas dessas chamadas ocorreram mesmo após a formalização das queixas oficiais.

Prática de contrabando e transmissão de dados

A antiga guarda também facilitou a entrada de artigos proibidos para o detido. O recluso já cumpre uma pena de 11 anos de prisão devido a outros crimes.

A jovem introduziu canábis e dois telemóveis na cadeia. Além disso, ela transmitiu informações confidenciais do sistema prisional para o recluso.

Em tribunal, o homem admitiu que manipulou e incentivou a jovem a cometer os actos de contrabando. Dessa forma, ele obteve várias vantagens ilícitas no recinto.

Decisão judicial e impacto no serviço público

Ambos os arguidos declararam-se culpados dos crimes de má conduta em cargo público e introdução de bens proibidos. Portanto, a justiça britânica aplicou a punição na totalidade.

A juíza responsável pelo caso enfatizou que estas acções minam gravemente a autoridade do Estado. Por essa razão, a condenação serve como um aviso firme para todos os funcionários públicos.

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