Dois estudantes de uma universidade no Zimbábue foram expulsos da instituição de ensino superior na sequência da divulgação pública de um vídeo íntimo registado no interior das instalações académicas.
Segundo relatos que circulam nas plataformas digitais, as gravações ocorreram em pleno período lectivo, acto classificado como uma infracção grave aos regulamentos disciplinares e ao código de conduta da entidade formadora. A repercussão do caso motivou uma tomada de posição enérgica por parte da direcção contra os visados.
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O desfecho gerou uma onda de reacções contraditórias na opinião pública. Vários sectores defendem a actuação da universidade com vista a preservar a ordem e os padrões éticos no ambiente escolar, enquanto outros cidadãos classificam a sanção como desproporcional, sustentando que deveriam ter sido aplicadas medidas disciplinares alternativas aos estudantes.
Até ao momento, a direcção da universidade não emitiu qualquer comunicado formal sobre o sucedido, mantendo uma postura de reserva face à controvérsia gerada no Zimbábue.
