O Chefe de Estado moçambicano, Daniel Chapo, prometeu uma resposta de mão pesada contra todos os cidadãos que se recusarem a entregar armas ilegais até ao mês de Dezembro de 2026. O anúncio ocorreu durante o encerramento do XX Curso de Unidades de Operações Especiais e de Reserva da Polícia da República de Moçambique (PRM), em Macandzene.
A iniciativa marca o arranque oficial do denominado Plano Operativo Amnistia Dois. Segundo o Governo, a medida visa travar o banditismo urbano e reforçar a segurança pública em todo o território nacional.
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A nova fase surge após a operação anterior ter culminado na recolha de apenas 849 armas de fogo, número considerado bastante reduzido diante do volume de armamento não registado em circulação. O processo decorre num ambiente em que o programa de Desarmamento, Desmobilização e Reintegração (DDR) ainda enfrenta desafios na regularização do pagamento de pensões a ex-combatentes.
