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Saúde em Inhambane equaciona acções legais contra bolseiros que não regressam à província

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O sector da saúde na província de Inhambane admite acionar mecanismos jurídicos para compelir o regresso de funcionários integrados em programas de capacitação. Os trabalhadores em causa recusam-se a retomar as suas funções operacionais na região após o término dos respetivos cursos.

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No total, a situação abrange 169 quadros de várias especialidades médicas. Estes profissionais beneficiaram de bolsas de estudo para aperfeiçoamento técnico fora da província, existindo casos em que a ausência se prolonga há mais de uma década.

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Impacto directo no atendimento médico

A retenção indevida destes especialistas condiciona gravemente o funcionamento dos serviços sanitários locais. Consequentemente, a assistência prestada aos pacientes em diversas patologias sofreu impactos negativos significativos.

O director provincial de Saúde de Inhambane, Carlos Cossa, manifestou preocupação face à carência de pessoal qualificado nas unidades sanitárias. Segundo o responsável, a ausência destes quadros agrava a pressão sobre o sistema público de cuidados médicos.

Apelo ao bom senso dos funcionários

Antes de avançar para a via judicial, a direcção provincial apela à responsabilidade e ao bom senso dos trabalhadores visados. As autoridades recordam que o Estado continua a assegurar o pagamento regular dos salários destes profissionais.

Deste modo, o Governo provincial espera que os funcionários cumpram o dever ético e contratual. O regresso célere dos especialistas é considerado fundamental para reforçar a prestação de cuidados médicos à população de Inhambane.

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