Quinta-feira, 30 de Julho de 2026 | Maputo, Moçambique
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Banco Central nega irregularidades nos salários e esclarece regras remuneratórias

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Economia
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O dirigente do Banco de Moçambique assegurou a legalidade dos vencimentos praticados na instituição. O gestor garantiu que não realizou modificações na estrutura salarial durante o seu mandato.

Além disso, a administração reforçou que o modelo actual vigora há vários anos. A estrutura resulta de decisões tomadas por direcções passadas.

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Autonomia orçamental e acordos de trabalho

Consequentemente, as contas da instituição surgem anualmente em relatórios públicos. O dirigente estranhou o surgimento desta controvérsia numa fase de transição de poder.

Por outro lado, a direcção esclareceu que o banco possui total autonomia financeira. Os vencimentos não dependem de verbas do Orçamento do Estado. O próprio banco suporta todos os seus custos operacionais.

Do mesmo modo, os reajustes anuais cumprem o Acordo Colectivo de Trabalho. A negociação envolve entidades bancárias e o Sindicato dos Trabalhadores do Sistema Financeiro. Portanto, os aumentos não derivam de decisões arbitrárias da direcção.

Interpretações e provisões contabilísticas

Relativamente aos montantes divulgados na internet, o responsável considerou as informações despropositadas. Algumas interpretações erradas das demonstrações contabilísticas causaram ruído na opinião pública.

Com efeito, a rubrica salarial inclui provisões para benefícios de trabalhadores e reformados. Esta prática obedece às exigências dos auditores e às regras financeiras aplicáveis.

Por fim, o responsável rejeitou qualquer irregularidade na gestão do banco. A instituição mantém a sua actuação com base na transparência e no respeito pela lei.

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