ANDITUR e Urbanova firmam parceria para impulsionar o investimento turístico em Moçambique
A Agência Nacional para o Desenvolvimento e Investimento Turístico (ANDITUR) e a empresa Urbanova Soluções de Urbanização celebraram recentemente, no âmbito da Feira Internacional de Maputo (FACIM), uma parceria estratégica destinada a planear, ordenar, estruturar e promover zonas com elevado potencial económico, imobiliário e turístico no país.
O Memorando de Entendimento foi assinado pelo Presidente do Conselho de Administração da ANDITUR, Hélder Jauana, e pelo administrador da Urbanova, Chakyl Camal. O acordo visa transformar áreas identificadas pela sua vocação em territórios devidamente organizados e em oportunidades concretas de negócio, direcionadas a investidores nacionais e estrangeiros, instituições financeiras e operadores do sector.
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A cooperação abrange todo o processo de estruturação territorial, desde a elaboração de inventários e avaliações de mercado até à definição do uso do solo, criação de masterplans, planos de urbanização e planos de pormenor. O objectivo central é criar uma carteira organizada de projectos com sustentação económica e capacidade para atrair novos recursos para o investimento turístico.
A parceria contempla também a concepção de empreendimentos variados, tais como hotéis, resorts, condomínios turísticos, centros de convenções, marinas e infra-estruturas de lazer integradas. A componente financeiro-económica dos projectos será acompanhada por estudos de viabilidade, análise de retorno e definição de modelos de negócio sustentáveis.
O Presidente do Conselho de Administração da ANDITUR, Hélder Jauana, destacou que o país possui locais com condições excepcionais que carecem de ordenamento e estruturação para serem apresentados ao mercado de forma competitiva. Por sua vez, o administrador da Urbanova, Chakyl Camal, ressaltou que a iniciativa visa preparar os planos de ocupação e os modelos de negócio necessários para garantir a tomada de decisão por parte dos investidores.
Com este instrumento, as entidades pretendem consolidar um portfólio de projectos em matérias de desenvolvimento territorial, facilitando a articulação entre as potencialidades existentes no país e o capital disponível no mercado internacional e doméstico.
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