Jobe Fazenda desmente estatuto de arguido no caso de fraude no INSS
O director-geral do Instituto de Cereais de Moçambique (ICM), Jobe Fazenda, desmentiu categoricamente estar constituído como arguido no processo-crime relacionado com o desvio de fundos no Instituto Nacional de Segurança Social (INSS). Em comunicado público, o gestor rejeitou igualmente as alegações de que pende contra si um mandado de detenção que tenha sido suspenso pelas autoridades judiciais.
Jobe Fazenda esclareceu que, desde a abertura do processo, enquanto antigo chefe da Unidade Gestora e Executora de Aquisições (UGEA) da instituição, tem colaborado com as instâncias de justiça, prestando todos os esclarecimentos solicitados. O responsável negou também de forma perentória que qualquer filho seu tenha exercido funções de administração em empresas ligadas à esposa do ex-director-geral do INSS, Joaquim Siúta.
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A reacção surge após notícias veiculadas pela imprensa local indicarem que o tribunal teria emitido um mandado de captura em seu nome, no âmbito das investigações a um esquema financeiro que causou um prejuízo estimado em 510 milhões de meticais à segurança social.
O Ministério Público mantém em prisão preventiva vários implicados no caso, incluindo o antigo director-geral Joaquim Siúta, o ex-director de Administração e Finanças, Jaime Nhavene, o empresário Abubacar Sumaila e o antigo funcionário da UGEA, José Chidengo. Jobe Fazenda reitera que se mantém totalmente disponível para colaborar com a justiça e aguarda o esclarecimento integral dos factos.
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